
por: Juca Kfoury.
Um gol para cada letra. E mais um. E democracia, enfim!
Diante de um adversário fragílimo como o ABC, o Corinthians fez o que devia fazer.
Não deu folga e acabou o primeiro tempo, embora com 10 jogadores (Nilton foi expulso, aos 37, com 2 a 0 no placar, gols de Elias, aos 20, e Douglas, aos 27, ambos com passes de Herrera, em contra-ataques.
O argentino, por sinal, aos 12, perdeu gol certo, ao driblar o goleiro e chutar para fora.
Era o jogo de número 1500 do Corinthians no Pacaembu.
Para que se tenha uma idéia, quem viu o jogo pela TV só soube como Felipe estava uniformizado aos 22 minutos, quando o ABC conseguiu um escanteio e o goleiro, de amarelo, apareceu pela primeira vez, ainda sem tocar na bola.
Corinthians que completou cinco jogo sem tomar gols no Pacaembu diante do maior campeão estadual do país, 50 títulos potiguares.
E que ao voltar para o segundo tempo com um a menos dependia de mais dois gols para completar 100 na temporada.
O 99o. veio aos 20, em linda jogada de Elias com Douglas e André Santos, que enfiou entre as canetas de um zagueiro para fazer 3 a 0.
E o 100o. quase saiu dos pés de Morais, aos 25.
Como Corinthians quase levou um gol em seguida, numa bola que desviou em William e bateu na trave.
Aos 40, Lulinha sofreu um pênalti infantil e o Corinthians marcou seu gol 100, com o zagueiro Chicão na cobrança.
Curiosamente, há coincidências nas campanhas dos Mosqueteiros líderes das duas séries do Brasileirão.
Enquanto o Grêmio tem 45 pontos em 22 jogos, o Corinthians chegou aos 48 em 22 partidas.
Ambos sofreram 15 gols até aqui e empataram seis vezes.
O Corinthians tem uma vitória a mais (14 a 13) e uma derrota a menos (2 a 3), além de ter marcado 47 gols contra 38 dos gaúchos.
Antes que alguém se desespere e xingue o blogueiro, tais números são mais favoráveis ao tricolor, que tem adversários incomparavelmente mais difíceis.
Numa tarde gelada, mais de 20 mil corintianos prestigiaram mais um passo alvinegro em direção à Série A.
Enquanto isso, no Parque São Jorge, 835 sócios votaram e 762 aprovaram o novo estatuto do clube, que estabelece votação direta pelos sócios para a presidência e proibe reeleições.
Apenas 73 votaram contra.
Uma vitória muito mais importante que a do Pacaembu, porque verdadeiro ABC da vida democrática.
Um gol para cada letra. E mais um. E democracia, enfim!
Diante de um adversário fragílimo como o ABC, o Corinthians fez o que devia fazer.
Não deu folga e acabou o primeiro tempo, embora com 10 jogadores (Nilton foi expulso, aos 37, com 2 a 0 no placar, gols de Elias, aos 20, e Douglas, aos 27, ambos com passes de Herrera, em contra-ataques.
O argentino, por sinal, aos 12, perdeu gol certo, ao driblar o goleiro e chutar para fora.
Era o jogo de número 1500 do Corinthians no Pacaembu.
Para que se tenha uma idéia, quem viu o jogo pela TV só soube como Felipe estava uniformizado aos 22 minutos, quando o ABC conseguiu um escanteio e o goleiro, de amarelo, apareceu pela primeira vez, ainda sem tocar na bola.
Corinthians que completou cinco jogo sem tomar gols no Pacaembu diante do maior campeão estadual do país, 50 títulos potiguares.
E que ao voltar para o segundo tempo com um a menos dependia de mais dois gols para completar 100 na temporada.
O 99o. veio aos 20, em linda jogada de Elias com Douglas e André Santos, que enfiou entre as canetas de um zagueiro para fazer 3 a 0.
E o 100o. quase saiu dos pés de Morais, aos 25.
Como Corinthians quase levou um gol em seguida, numa bola que desviou em William e bateu na trave.
Aos 40, Lulinha sofreu um pênalti infantil e o Corinthians marcou seu gol 100, com o zagueiro Chicão na cobrança.
Curiosamente, há coincidências nas campanhas dos Mosqueteiros líderes das duas séries do Brasileirão.
Enquanto o Grêmio tem 45 pontos em 22 jogos, o Corinthians chegou aos 48 em 22 partidas.
Ambos sofreram 15 gols até aqui e empataram seis vezes.
O Corinthians tem uma vitória a mais (14 a 13) e uma derrota a menos (2 a 3), além de ter marcado 47 gols contra 38 dos gaúchos.
Antes que alguém se desespere e xingue o blogueiro, tais números são mais favoráveis ao tricolor, que tem adversários incomparavelmente mais difíceis.
Numa tarde gelada, mais de 20 mil corintianos prestigiaram mais um passo alvinegro em direção à Série A.
Enquanto isso, no Parque São Jorge, 835 sócios votaram e 762 aprovaram o novo estatuto do clube, que estabelece votação direta pelos sócios para a presidência e proibe reeleições.
Apenas 73 votaram contra.
Uma vitória muito mais importante que a do Pacaembu, porque verdadeiro ABC da vida democrática.

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